Anais de Evento

Avaliação da escala de medida de independência funcional no ambiente hospitalar

MARCIO LUIZ FERREIRA DE CAMILLIS, AMANDA ROOS PEREIRA, LUIS GUILHERME ALEGRETTI BORGES

Em: Congresso Sul Brasileiro de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia e Terapia Intensiva, 8, 2015, Florianópolis, v. 0, n. 0, p. 0-0.

Motivo: Produção Colaborador HMV

Setor HMV: Area de Fisioterapia

Área da saúde: Fisioterapia

Resumo: Introdução: Milhões de pessoas são internadas em Centros de Tratamento Intensivos (CTI) por ano e a taxa de sobrevivência vem aumentando consideravelmente. Para isso, precisamos garantir a permanência de funcionalidade após a alta. Objetivo: comparar o nível de funcionalidade de pacientes que internaram no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) versus pacientes internados nas Unidades de Internações (U.I). Métodos: O estudo classifica-se como Coorte Prospectivo. A amostra foi realizada de forma intencional, com indivíduos internados no Hospital Moinhos de Vento localizado na cidade de Porto Alegre/ RS, e que se adequavam aos critérios de inclusão e exclusão. Os pacientes foram convidados para participar de forma voluntária. Os grupos foram avaliados pela Escala de Medida de Independência Funcionalidade (MIF) que é dividida em autocuidados, controle de esfíncteres, transferências, locomoção, comunicação e cognição social. O grupo CTI foi avaliado no primeiro dia de internação no CTI e 24 horas após a sua alta desta unidade, já o grupo U.I foi avaliado no primeiro dia de internação e no dia da alta hospitalar. A análise estatística foi realizada com o programa SPSS 20.0. O nível de significância utilizado foi de p< 0,05. O teste T de Student foi utilizado para a análise de significância. Resultados: A amostra total do estudo foi de 91 pacientes, sendo composta por 53 pacientes da U.I, com média de idade de 66,1 anos (± 15,3) e predominância do sexo feminino (54,7%), já a amostra do CTI foi composta por 41 pacientes com média de idade de 69,6 anos (±14,6) e predominância do sexo masculino (61%). A mediana do tempo de internação na U.I foi de 10 dias, com mínimo de 3 dias e máximo de 43 dias, já no CTI, a mediana foi de 10 , com mínimo de 3 dias e máximo de 51 dias. Na comparação entre CTI e U.I obtivemos: autocuidados p <0,001; esfíncteres p 0,001; transferências p<0,001, locomoção p<0,001; comunicação p 0,008; cognição p 0,001; escore total p< 0,001. Conclusão: Concluímos que os pacientes que ficam hospitalizados por mais de 72 horas perdem funcionalidade, independente da área de internação, sendo que os que mais perdem função são os pacientes internados no CTI, quando comparados aos pacientes de U.I.

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